quinta-feira, 26 de janeiro de 2012

Li e recomendo: Silence de Becca Fitzpatrick


Se eu disser que naum julgo um livro pela capa, to mentindo, uma coisa visual é sempre bom para dar um incentivo e voce começar a ler um primeiro capitulo. E definitivamente eu me apaixonei logo de cara pelas capas dessa serie. Eu ficou pensando em todo o conjunto da obra (quem sera o modelo) que é demais!!!!! E ai me vejo sonhando com o Patch, vá é muito inspiradora e eu invejo e tenho pena da Nora tadinha, a pobre naum tem sossego na vida dela, é uma lista grande, primeiro o pai dela morre de forma misteriosa, depois o amor da vida dela confessa que na verdade veio pra matar ela (ta que ele muda de ideia, mas é traumatico), em seguida eles terminam e ele começa a andar com a arqui inimiga dela, e naum acaba ai naum, nesse terceiro livro muita coisa ruim ainda vai acontecer com a Nora, eu ja li, mas to aqui me segurando pra num contar pra todo mundo pk perde a graça, intaum va la e leia e se vc naum leu o primeiro nem o segundo é bom começar ja pk o quarto ta vindo por ai. Agora vc deve ta se perguntado pk eu invejo a Nora é obvio que é pelo Patch, aaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa ele é um anjo literalmente e lindo, altooooooooo gostoso, mauuuuu o melhor mocinho é o mocinho mau e é completamente louco por ela do tipo louco de se arrancar um pedaço kkkkkkkkkk eta mulher de sorte!!!!!!
Bem pra deixar vcs com curiosidade leiam o prologo de Silence
eeeee gente eu amo essa saga
I love Patch kkkkkkkkkkkk


Silence - Prólogo
PRÓLOGO
Coldwater, MAINE TRÊS MESES ATRÁS
O elegante AUDI preto parou no estacionamento com vista para o cemitério, mas nenhum dos
três homens dentro tinham qualquer intenção de prestar respeito aos mortos. Já era meia noite,
e os motivos eram oficialmente particulares. Um estranho nevoeiro fino e triste de verão,
parecia como uma seqüência de fantasmas subindo. Até a lua, crescente encerada e delgada, se
assemelhava a uma pálpebra caída. Antes que a poeira da estrada baixasse, o motorista saiu,
prontamente as duas portas de carro de trás abriram.
Blakely saiu primeiro. Ele era alto com cabelos grisalhos e um rosto duro e retangular quase
trinta anos humanos, ainda que nitidamente mais velhos pela contagem Nephilim. Ele foi
seguido por um segundo Nephil chamado Hank Millar. Hank, também, era pouco alto, com
cabelos loiros, olhos azuis, parecia carismático. Seu credo era "Justiça sobre a misericórdia", e
que, combinada com a sua ascensão rápida ao poder no submundo Nephilim durante os últimos
anos, lhe rendeu os apelidos do Punho de Justiça, Punho de Ferro, e a mais famosa, a Mão
Negra. Ele era saudado no meio do seu povo como um líder visionário, um salvador. Mas em
círculos menores de bastidores, ele era discretamente referido como a Mão de Sangue. Vozes
abafadas não murmuravam um redentor, mas um cruel ditador. Hank achava essa conversa
divertida, um verdadeiro ditador tinha o poder absoluto e sem oposição. Esperançosamente, ele
poderia viver suas expectativas.
Hank saiu e acendeu um cigarro, dando uma longa tragada. "Os meus homens estão juntos?"
" Dez homens estão na mata acima de nós", respondeu Blakely. "Outros dez carros em ambas as
saídas. Cinco estão escondidos em vários pontos dentro do cemitério, três apenas dentro das
portas do mausoléu, e dois ao longo da cerca. Logo, nós iremos embora. Sem dúvida, os homens
vão voltar com uma resposta."
Hank sorriu na escuridão. "Oh, eu duvido disso".
Blakely piscou. "Você trouxe 25 dos melhores lutadores de seus Nephilins contra um homem?"
"Não era um homem", Hank lembrou ele. "Eu não quero que nada dê errado hoje à noite."
"Nós temos Nora. Se ele trouxer problemas, coloque-o no telefone com ela. Eles dizem que os
anjos não podem sentir o toque, mas as emoções são um jogo justo. Estou certo de que ele vai
sentir quando ela gritar. Dagger está pronto e esperando ser chamado"
Hank virou-se para Blakely, dando-lhe um sorriso lento de avaliação. "Dagger está vigiando ela?
Ele é insano."
"Você disse que queria quebrar seu espírito."
"Eu disse isso, não foi?" Hank ponderou. Tinha sido há quatro dias desde que ele a tinha em
cativeiro, arrastando-a para fora de um galpão de manutenção dentro de Delfos, o parque de
diversões, mas ele estava determinado sobre quais as lições que precisava aprender. Primeiro,
nunca para minar sua autoridade na frente de seus homens. Devoção, segundo a sua linhagem
Nephilim. E talvez mais importante, mostrar respeito ao próprio pai.
Blakely Hank entregou um pequeno aparelho mecânico com um botão no centro que brilhava
um tom sobrenatural de azul.
"Coloque isso no seu bolso. Pressione o botão azul e seus homens virão como um enxame em
todas as direções."
"Isso tem sido reforçado?" Hank perguntou.
Um aceno de cabeça. "Após a ativação, ele é projetado para imobilizar temporariamente o anjo.
Eu não posso dizer por quanto tempo. Este é um protótipo, e eu não pude testá-lo."
"Você falou isso para alguém?"
"Você ordenou que não, senhor."
Satisfeito, Hank embolsou o dispositivo. "Deseje-me sorte, Blakely".
Seu amigo deu um tapinha no ombro. "Você não precisa."
Jogando de lado o cigarro, Hank desceu os degraus de pedra que conduzia ao cemitério, um
pedaço de terra que no seu ponto de vista era inútil. Ele esperava para ver o anjo primeiro, mas
estava confortável por saber que ele tinha o apoio de sua própria milícia altamente treinada.
Na base da escada, Hank olhou através das sombras com cautela. Tinha começado a chuviscar,
lavando o nevoeiro. Ele poderia ver através das lápides e árvores que torciam loucamente. O
cemitério estava cheio e quase labiríntico. Não é de admirar que Blakely tinha sugerido o local. A
probabilidade dos olhos humanos acidentalmente presenciar acontecimentos desta noite era
insignificante.
Ali. À frente. O anjo inclinou-se sobre um túmulo, mas com a visão de Hank, ele se endireitou.
Vestido rigorosamente de preto, incluindo uma jaqueta de couro, era difícil de distingui-lo das
sombras. Ele não se barbeava há dias, seu cabelo estava indisciplinado e desleixado, e havia
linhas de preocupação em torno de sua boca. Luto pelo desaparecimento de sua namorada,
então? Melhor assim.
"Você parece um pouco abatido Patch ..., não é?" Hank disse, parando a poucos metros de
distância.
O anjo sorriu, mas não foi agradável. "Estava aqui pensando que talvez você tivesse algumas
noites sem dormir. Afinal, ela é sua própria carne e sangue. Pelo que posso ver, você tem tido o
seu sono de beleza. Rixon sempre disse que você era um menino bonito."
Hank deixou o insulto de lado. Rixon era o anjo caído que costumava possuir o seu corpo a cada
ano durante o mês de Cheshvan, e ele era tão bom quanto morto. Com ele se foi, não havia mais
nada no mundo que assustava Hank. "Bem? O que você tem para mim? É melhor ser bom."
"Fiz uma visita a sua casa, mas você escondeu seu rabo entre as pernas e levou a sua família com
você", o anjo disse em voz baixa com Hank, algo que não conseguia interpretar. Estava a meio
caminho entre o desprezo e zombaria....
"Sim, eu achei que você poderia tentar algo tolo. Olho por olho, não é o credo dos anjos caídos?"
Hank não poderia dizer se ele ficou impressionado com o comportamento frio do anjo, ou
irritado. Ele esperava encontrar o anjo frenético e desesperado. No mínimo, ele esperava
provocá-lo à violência. Qualquer desculpa para chamar seus homens correndo. Nada como um
banho de sangue para incutir camaradagem. "Vamos cortar as gentilezas. Me diga que você me
trouxe algo de útil."
O anjo encolheu os ombros. "Jogar seu jogo parecia sem importância uma vez que você
escondeu sua filha."
Os músculos da mandíbula de Hank apertaram. "Este não era o acordo."
"Eu vou dar a você a informação que você precisa," o anjo respondeu, quase como uma conversa
normal se não fosse por aquele brilho arrepiante nos seus olhos. "Mas primeiro Nora. Faça seus
homens colocá-la ao telefone agora."
"Eu preciso me assegurar que você vai cooperar a longo prazo. Estou mantendo-a até que você
faça bem sua parte do acordo."
Os cantos da boca do anjo inclinou-se, mas era quase um sorriso. Havia algo verdadeiramente
ameaçador no resultado. "Eu não estou aqui para negociar."
"Você não está em posição disso". Hank enfiou a mão no bolso e pegou o seu telefone. "Estou
sem paciência. Se você desperdiçar meu tempo esta noite, vai ser uma noite desagradável para
sua namorada. Uma chamada, e ela passará fome"
Antes que tivesse tempo para levar a cabo sua ameaça, Hank sentiu-se tropeçar para trás. Os
braços do anjo brilharam para fora, e todo o ar escapou de Hank em uma corrida. Sua cabeça
bateu algo sólido, e ondas pretas embaçaram a sua visão.
"É assim que vai funcionar", sussurrou o anjo. Hank tentou gritar, mas a mão do anjo fechou em
sua garganta. Hank chutou os pés, mas o gesto era inútil; o anjo era muito forte. Ele coçou para
o botão de pânico no bolso, mas seus dedos se atrapalharam inutilmente. O anjo tinha cortado
seu oxigênio. Luzes vermelhas apareceram por trás de seus olhos e parecia que uma pedra tinha
rolado para cima de seu peito.
Em uma explosão de inspiração, Hank invadiu a mente do anjo, provocando para além dos fios
que formaram seus pensamentos, concentrando-se fixamente no redirecionamento dos
intenções de anjo, enfraquecendo a sua motivação, o tempo todo sussurrando um hipnótico,
liberte Hank Millar, liberte-o agora
"Um truque de mente?" O anjo desprezou. "Não se incomode. Faça a chamada,"ele ordenou. "Se
ela não estiver livre nos próximos dois minutos, eu vou matá-lo rapidamente. Nada mais do que
isso, e eu vou rasgá-lo, uma peça de cada vez. E confie em mim quando digo que vou aproveitar
cada grito que você dará pela última vez."
"Você-não-pode me matar!" Hank sussurrou.
Ele sentiu uma dor lancinante irromper em sua bochecha. Ele gritou, mas o som nunca
conseguiu passar nos lábios. Sua traquéia foi esmagado, pelo aperto do anjo. A dor, queimando
se intensificou, por todo o resto, Hank podia sentir o cheiro de sangue misturado com o seu
próprio suor.
"Uma peça de cada vez," o anjo sussurrou, balançando algo encharcado de líquido escuro sobre
a visão Hank. Hank sentiu os olhos alargando-se. Sua pele!
"Ligue para seus homens", ordenou o anjo, soando infinitamente menos paciente.
"Não posso-falar!" Hank gorgolejou. Se ele apenas pudesse alcançar o botão de pânico...
Faça um juramento para libertá-la agora, e eu vou deixar você falar. Ameaçou do anjo entrando
facilmente na cabeça de Hank.
Você está cometendo um grande erro, menino, Hank disparou de volta. Seus dedos roçaram seu
bolso, deslizando para dentro. Ele apertou o dispositivo de pânico.
O anjo fez um som gutural de impaciência, arrancou o aparelho e arremessou-o no nevoeiro. O
juramento ou o seu braço vai junto.
Eu vou defender o nosso acordo original, Hank disse. Vou poupar a vida dela e enterrar todo o
pensamento de vingar a morte Chauncey Langeais, e você vai me trazer as informações que eu
preciso. Até isso, eu me comprometo a tratá-la de forma humana-
O anjo bateu cabeça de Hank contra o chão. Entre a náusea e a dor, ele ouviu o anjo dizer, eu
não estou deixando-a com você outros cinco minutos, muito menos o tempo que me levará a
obter o que deseja.
Hank tentou espreitar por cima do ombro do anjo, mas tudo o que ele viu foi uma cerca de
lápides. O anjo mandou-o no chão, impedindo sua visão. Seus homens não podiam vê-lo. Ele
não acreditou que o anjo poderia matá-lo, ele era imortal, mas ele não ia mentir aqui e se deixar
ser mutilado até que ele se assemelhasse a um cadáver.
Ele curvou os lábios e olhou nos olhos do anjo. Eu nunca vou esquecer o quão alto ela gritou
quando eu a puxei para fora. Você sabia que ela gritou o seu nome? Mais e mais. Ela disse que
você viria para ela. Isso nos primeiros dias, é claro. Acho que ela está finalmente começando a
aceitar que você não é páreo para mim.
Ele viu o rosto do anjo escurecer, de sangue. Sacudiu os ombros, os olhos negros dilataram com
raiva. E depois tudo aconteceu em agonia deslumbrante.
Em um instante Hank estava à beira de desmaiar de dor que em sua carne, e no próximo ele
estava olhando para os punhos do anjo, pintados com seu sangue.
Um grito ensurdecedor de trovão saiu do corpo de Hank. A dor explodiu dentro dele, quase
deixando-o inconsciente. De algum lugar distante, ouviu os passos de seus homens Nephilins.
"Tire-me daqui!", Ele rosnou quando o anjo rasgou seu corpo. Todas as terminações nervosas se
enfureceram como fogo. Calor e agonia vazaram de seus poros. Ele tentou avistar sua mão, mas
não havia carne só osso desconfigurado. O anjo ia rasgá-lo em pedaços. Ouviu grunhidos do
esforço de seus homens, mas o anjo ainda estava em cima dele, com as mãos ardendo em fogo
por todos os lugares que tocavam.
Hank gritou violentamente. "Blakely!"
"Puxe-o agora!" Blakely comandou de seus homens.
Não breve o suficiente, o anjo foi arrastado. Hank estava no chão, ofegante. Ele estava molhado
com seu sangue, a dor o esfaqueou. Com a mão estendida de Blakely, Hank subiu com esforço
ficando em pé. Sentiu-se instável, balançando e intoxicado com seu próprio sofrimento. Pelos
olhares de seus homens, Hank sabia que ele era uma visão horrível. Dada a gravidade dos
ferimentos, ele poderá levar uma semana inteira para curar a si mesmo.
"Devemos levá-lo, senhor?"
Hank passou um lenço sobre os lábios, que estava dividido aberto e pendurado de seu rosto
como uma papel. "Não. Nós não temos nenhum interesse nele ele preso. Não dê nada à menina
além de água por 48 horas. "Sua respiração era irregular. "Se nosso menino aqui não puder
cooperar, ela paga".
Com um aceno de cabeça, virou para Blakely, discando em seu telefone.
Hank cuspiu um dente com sangue, estudou em silêncio, em seguida, enfiou-o no bolso. Ele
fixou os olhos no anjo, cujo único sinal exterior de fúria veio na forma de punhos cerrados.
"Mais uma vez, os termos do nosso acordo, por isso não haverá mais mal-entendidos. Primeiro,
você vai ganhar de volta a confiança dos anjos caídos, se reunirão"
"Eu vou matar você", disse o anjo com aviso silencioso. Embora ele estivessedetido por cinco
homens, ele não lutou. Ele estava mortalmente, com seus olhos negros ardendo em vingança.
Por um momento, Hank sentiu uma golpear o medo como um fósforo dentro de seu intestino.
Ele se esforçou para a demonstrar indiferença. "-Após isso, você irá espioná-los e relatar suas
relações diretamente a mim."
"Eu juro agora", disse o anjo, sua respiração controlada, mas elevada, "com esses homens, como
minhas testemunhas, eu não vou descansar até que você esteja morto."
"Um desperdício de ar. Você não pode me matar. Talvez você tenha esquecido de que um Nephil
afirma seu direito de primogenitura imortal?"
Um murmúrio de diversões circulou seus homens, mas Hank acenou ao silêncio. "Quando eu
tiver determinado que você me deu informação suficiente para o sucesso de impedir que os
anjos caídos de possuam corpos Nephilins no Cheshvan"
"Por cada mão que você colocar nela, eu voltarei com dez vezes mais."
Boca de Hank torceu em uma sugestão de um sorriso. "Um sentimento desnecessário, você não
acha? Até o momento eu estou com ela, ela não vai se lembrar do seu nome."
"Lembre-se deste momento," o anjo disse com veemência gelada. "Eu vou voltar para caçá-lo."
"Chega disso", Hank rompeu, fazendo um gesto enojado e partiu de volta em direção ao carro.
"Deixe ele no Parque de Diversões de Delfos. Queremos que ele volte para os caídos, logo que
possível."
"Eu vou dar-lhe as minhas asas."
Hank parou, não tendo certeza que ele ouviu o anjo corretamente. Ele latiu uma risada. "O
quê?"
"Faça um juramento para liberar Nora agora, e elas são suas." O anjo parecia abatido, dando o
primeiro sinal de derrota. Música para os ouvidos de Hank.
"Que utilidade eu teria com suas asas?", Ele respondeu suavemente, mas o anjo tinha chamado
sua atenção. Tanto quanto ele sabia, nunca um Nephil tinha arrancado as asas de um anjo. Eles
faziam isso entre sua própria espécie de vez em quando, mas a ideia de um Nephil ter esse poder
era novidade. Muita tentação. Contos de sua conquista iriam varrer famílias Nephilins durante a
noite.
"Você vai pensar em alguma coisa", disse o anjo de cansaço crescente.
"Eu vou fazer um juramento para libertá-la antes de Cheshvan," Hank respondeu, sufocando
toda a ânsia de sua voz, sabendo que revelar o seu prazer seria desastroso.
"Não é o suficiente."
"Suas asas podem ser um troféu bonito, mas eu tenho uma grande agenda. Vou libertá-la até o
final do verão, a minha oferta final. "Ele se virou, indo embora, engolindo o seu entusiasmo
ganancioso.
"Feito", o anjo disse com uma resignação tranqüila, e Hank lançou uma respiração lenta.
Ele se virou. "Como é para ser feito?"
"Seus homens vão rasgá-las fora."
Hank abriu a boca para argumentar, mas o anjo o interrompeu. "Eles são fortes o suficiente. Se
eu não lutar, nove ou dez deles juntos poderiam fazer isso. Eu vou voltar para viver debaixo de
Delfos e deixarei saber que os arcanjos arracaram minhas asas. Mas para que isso funcione, você
e eu não podemos ter qualquer conexão ", alertou.
Sem demora, Hank sacudiu algumas gotas de sangue de sua mão desfigurada para a grama a
seus pés. "Eu juro liberar Nora antes do verão acabar. Se eu quebrar o meu voto, eu imploro que
eu possa morrer e voltar ao pó de onde eu fui criado."
O anjo puxou a camisa sobre a cabeça e se preparou as mãos sobre os joelhos. Seu tronco subia e
descia com cada respiração. Com uma certa bravura Hank o invejou, o anjo lhe disse: "Vamos
em frente com isso."
Hank teria gostado de fazer as honras, mas sua cautela venceu. Ele não podia ter a certeza de
que não havia vestígios de outras intenções dele. Se o lugar onde as asas de um anjo se fundiam
em suas costas estivesse tão receptivo como diziam, apenas um toque podia denunciá-lo. Ele
tinha trabalhado muito duro para chegar até aqui.
Sufocando seu pesar, Hank dirigida seus homens. "Tirem as asas do anjo e limpem qualquer
confusão. Em seguida, despeje o seu corpo nos portões de Delfos, onde ele vai certifique-se de
ser encontrado. E tomem cuidado para não serem vistos. "Ele teria gostado de ordenar-lhes para
marcarem o anjo com a sua marca cerrados mostrando um punho visível de triunfo para
aumentar seu status entre os Nephilins em todos os lugares, mas o anjo tinha um ponto. Para
que isso funcione, eles não poderiam deixar nenhuma evidência de associação.
De volta ao carro, Hank olhou sobre o cemitério. O evento já havia terminado. O anjo estava
prostrado no chão, sem camisa, duas feridas abertas em execução no comprimento de suas
costas. Embora ele não se sentisse um pingo de dor, seu corpo parecia ter entrado em choque
com a perda. Hank também tinha ouvido de um caído que as cicatrizes de asas de anjos eram
seu calcanhar de Aquiles. Neste, os boatos pareciam ser verdadeiros.
"Devemos ligar essa noite?" Blakely perguntou, aproximando-se atrás dele.
"Uma ligação mais", disse Hank com uma corrente de ironia. "Para a mãe da menina."
Ele discou e colocou o celular no ouvido. Ele limpou a garganta, adotando um tom tenso e
preocupado. "Blythe, querida, só agora recebi sua mensagem. A família e eu saímos de férias e
eu estou correndo para o aeroporto agora. Eu vou pegar o primeiro vôo. Conte-me tudo. O que
quer dizer, raptada? Você tem certeza? O que a polícia disse?" Ele fez uma pausa, ouvindo seus
soluços angustiados. "Ouça-me", disse a ela com firmeza. "Eu estou aqui por você. Vou esgotar
todas os recursos que tenho se isso for preciso. Se Nora está lá fora, vamos encontrá-la."

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